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fevereiro 18, 2019

2019. Será este o Ano das Cidades Inteligentes?

O conceito de Smarts Cities vai muito além de centros de Wi-Fi livres espalhados pelas ruas ou apps sobre o transporte público. A interconectividade de câmeras de segurança, tráfego nas vias, tuneis, semáforos e smartphones formulam um banco de dados imenso e detalhado sobre a circulação e a vida nas metrópoles. A eficiência na formulação de medidas preventivas e manobras estatais e no combate à criminalidade e à violência que essas informações geram faz com que seja fundamental para as cidades inteligentes do futuro uma rede capaz de suportar toda essa variedade de tarefas.

Com a mudança de Governo Federal e Estadual em 2019, o mercado ficou esperançoso por novas propostas relacionadas às cidades inteligentes. Entretanto, para que elas vinguem, três pilares fundamentais devem ser seguidos. São eles:

1- Planejamento de Estado: Os planos e estratégias devem visar a prosperidade do País, com projetos que tenham o intuito de vigorar por mais tempo que apenas o mandato do presidente ou governador. Logo, cada planejamento tem que ser bem desenvolvido e aprovado para que perdure por muitas décadas. As Smart Cities, pelo teor de complexidade e raio de ação, abrangendo a cidade toda, precisam ser realizadas de forma paulatina e consistente por vários anos;

2- Financiamento Cooperativo: As Smart Cities são boas tanto para as empresas quanto para o Estado. Portanto, ambos devem investir em tecnologia em prol de uma sociedade melhor para seus negócios e para a população. As famosas PPPs (Parceria Público-Privada) são um formato de desenvolvimento que gera saúde às finanças públicas e permite às empresas que participem e tornem os ativos e dados da cidade manejáveis aos seus interesses. Como dizem no mercado, trata-se de uma Win-Win Situation (“situação ganha-ganha”, ou seja, que os dois lados são beneficiados);

3- Redes Altamente Confiáveis e Contínuas: Para suportar os inúmeros ativos que as Smart Cities exigem, será necessária uma rede robusta, ágil e de alta disponibilidade, pois dados críticos do Estado e de empresas estarão circulando por ela o tempo todo. Para garantir essa alta qualidade na conexão e, consequentemente, o sonho de vivermos em Smart Cities, a Rajant Corporation tem sua rede Kinetic Mesh®, e os rádios BreadCrumb® e pelo software InstaMesh®. Com a ideologia de “fazer, fazer, fazer e nunca quebrar”, sua conectividade se perpetua por diversas faixas, enviando os dados pelas melhores, que são pré-selecionadas pelo sistema. Como um ecossistema autossuficiente, a rede se mantém operacional não importando a situação, por mais adversas que elas sejam. Dessa forma, o nosso sonho de morar em Smart Cities se tornará realidade, com um ambiente seguro, próspero e, acima de tudo, inteligente para se construir uma sociedade.

Caso ainda esteja em dúvida sobre o conceito das cidades inteligentes, não tem problema! Clique aqui e confira o vídeo de Joeval Martins, diretor de vendas da Rajant para a América Latina, sobre o assunto, onde ele explica suas funcionalidades e como a Rajant está preparada para ajudar na construção das Smart Cities.

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