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novembro 16, 2018

A Ascensão da IA no Brasil

Do chão de fábrica à essência das smartcities, o conceito de Inteligência Artificial (IA) se disseminou nos mais variados ramos da economia e de soluções, sejam elas sustentáveis, produtivas ou tecnológicas. Para representar essa proliferação em números, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) projetou investimentos de aproximadamente US$ 182 milhões no Brasil relacionados à IA até o final deste ano. Com as medidas liberais do próximo Governo, essa margem tem horizonte para aumentar enormemente, o que levaria o Brasil à vanguarda da inovação e aplicação de Inteligência Artificial.

somos o segundo país na lista dos que mais usam o Watson, IA da IBM. Essa tecnologia, lançada em 2011, tem um acervo em Big Data que é retroalimentado e apresenta opções e facilitações para os contratantes de seus serviços. Como exemplo de sua flexibilidade e adaptabilidade, escritórios nacionais de advocacia estão utilizando o Watson para realizarem atividades repetitivas de natureza de preenchimento, arquivamento e busca de documentos, dinamizando e otimizando o trabalho dos humanos. O sócio-diretor da Urbano Vitalino, Urbano Vitalino Neto, compartilhou suas expectativas com a Inteligência Artificial em seu negócio: “Não estamos olhando diretamente para o resultado, mas esperamos um aumento de 30% na produtividade em médio prazo. A taxa de preenchimento correto dos dados de um processo no sistema da companhia é de 75% quando é feito por humanos, enquanto o realizado pelo IBM Watson alcança a taxa de 95%”.

Entretanto, ainda precisamos crescer bastante. A pesquisa de 2018 sobre Investimentos em Indústria 4.0 realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que a indústria brasileira ainda engatinha no que diz respeito à migração para a digitalização, já que 42% das companhias desconhecem a importância das tecnologias digitais para a competividade e apenas 17% das empresas que investirão em tecnologias digitais pretendem gastar em sistemas inteligentes de gestão, gêmeos digitais e inteligência artificial. Outros 23% devem adquirir tecnologias relacionadas a serviços em nuvem associadas a produtos. Para 18%, os investimentos se darão ainda em Big Data. Nos últimos dois anos, subiu apenas em 10 pontos percentuais o número de indústrias que utilizam tecnologias digitais no país. O relatório da CNI revela ainda que 77,8% das empresas ainda estão nos estágios mais atrasados de aplicação de tecnologia e 4% ainda não utilizam nenhuma ferramenta digital.
De modo geral, as indústrias brasileiras ainda estão se familiarizando com as inovações tecnológicas e com os impactos positivos que a Inteligência Artificial pode ter sobre a competitividade.A aplicação de soluções inteligentes em diversos elos da cadeia produtiva é de suma importância, principalmente, para grandes empresas, reduzindo custos, melhorando a qualidade de produtos e serviçose aumentando a produtividade. É um caminho longo, mas prioritário e extremamente relevante para as empresas ingressarem no mercado internacional, onde a IA desponta como o agora e o futuro.

A Rajant Corporation, através do seu software InstaMesh®, que seleciona e direciona os dados pelas conexões mais receptíveis para aquele arquivo e momento, e da sua rede KineticMesh®, que fornece o ambiente perfeito para essas transmissões multicanais utilizando os nós BreadCrumb®, consegue estruturar a funcionalidade dos projetos empresariais que utilizam a Inteligência Artificial, habilitando desde smarthouses/cities até sua integração entre setores como saúde, segurança pública e transportes públicos.

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