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As Inovações no Transporte Público Coletivo

Os brasileiros, principalmente em suas metrópoles e centros expandidos, costumam utilizar o transporte público com alta frequência, intercalando ônibus, metrô e trem, para se locomoverem de seus trabalhos para suas moradias. Segundo a Associação Nacional de Empresas de Transportes Urbanos (NTU), em 2017, 3,6 milhões de pessoas utilizaram o ônibus diariamente. O metrô teve números semelhantes no mesmo período, com 3,7 milhões de civis em seus vagões por dia. Apesar da quantidade elevada de usuários, o serviço está longe da perfeição. Esses meios de mobilização apresentam um exacerbado índice de reclamação, constantemente relacionados à superlotação e aos atrasos nas linhas – vide o levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que mostra que 36% da população considera-os ruins ou péssimos. Porém, existem soluções tecnológicas inteligentes que são capazes de diminuir – e até sanar – os problemas dos transportes públicos coletivos.
Uma delas é o Metrô Inteligente, em que os vagões e as linhas são independentes e se movimentam de acordo com a lotação de cada estação. Dessa forma, em dias de intenso congestionamento, os passageiros diminuirão o tempo de espera e chegarão com mais rapidamente em suas casas. O controle de cada metrô seria realizado remotamente e através de um software inteligente de gerenciamento, apresentando precisão e eficiência nas decisões.
Quanto aos ônibus, o conceito segue com o nome de Ônibus Inteligente, mas com funcionamento diferente. O monitoramento da proximidade dos veículos pelos aplicativos já é possível. A ideia é transpor essa malha tecnológica para dinamizar a interação entre usuários e motoristas, em que os pontos pontuarão a uma central o fluxo de cada um deles, orientando os ônibus que têm o mesmo percurso de forma que recolham prioritariamente os passageiros agrupados em grande quantidade, evitando superlotações dentro dos coletivos.
Os trens convergem com a resolução do metrô, encorpada para a categoria de Trem Inteligente. Como já feito – com sucesso – na Europa, mais especificamente pela Agência Espacial Alemã (DLR). Inicialmente chamado de NGT Cargo (Next Generation Train, ou trens da próxima geração), o objetivo do projeto foi desenvolver um sistema de transporte ferroviário de cargas, incluindo vagões, locomotivas e a logística envolvida, que fosse autônomo e inteligente. A ideia é que cada unidade seja como um “contêiner ambulante”, que vá da fábrica/armazém, onde é carregado/descarregado, e depois automaticamente se junte a uma composição que possa levá-lo ao seu destino. A jornada completa poderá se dar em várias etapas, com vagões embarcando e desembarcando das composições conforme for necessário. Para isso, cada vagão terá seu próprio conjunto de propulsão elétrica e sistema de navegação autônoma, o que permitirá que ele viaje do fornecedor ao cliente sem qualquer intervenção humana.

Para uma demanda global de congruência entre veículos e sistemas, é preciso uma rede robusta, ininterrupta, segura e que seja construída em conjunto com essa nova malha de transportes. As redes Kinetic Mesh® da Rajant Corporation são capazes de prover essas qualidades por meio de suas múltiplas capacitações de rede sem fio, com o software InstaMesh® ajustando e adaptando as variáveis e direções dos dados em tempo real de acordo com tamanho, urgência e velocidade das centenas de opções de caminho criadas. Os rádios BreadCrumb® potencializam essas possibilidades e funcionam como alicerces dessa construção de rede.

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