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novembro 27, 2018

O (Necessário) Investimento em AgroTech

Recentemente, o Brasil se estabeleceu como o 3º no ranking mundial de exportação de produtos agrícolas. Esse mercado, principal porcentagem do PIB nacional (23,5% em 2017), é estratégico para a economia, pois além do capital, gera a maioria dos empregos do País. Porém, é necessário o investimento em soluções tecnológicas nas lavouras para nos estabelecermos à frente na competitividade global e para evitar problemas advindos do clima, previstos para destruirem parte das safras brasileiras até 2050.
Em eventos internacionais, como no Forbes AgTech Summit, compreende-se que a prosperidade futura do agronegócio tem sua essência na tecnologia e na sustentabilidade. A integração entre fazendas dos mais variados portes com as indústrias permeia as inovações digitais de ponta, como Drones, Inteligência Artificial e Big Data. Através desses ativos, haverá um aumento da produtividade e competitividade nacional graças à precisão e velocidade na realização de atividades do campo, como plantio, colheita, pulverização de combatentes agrícolas e hidratação das plantações. Também haverá o estímulo a novos agroempreeendedores, o que cria uma corrida nacional pela inovação e qualidade da oferta, gerando liquidez e benefícios para os consumidores nacionais e internacionais.
Um exemplo prático atual sobre a preparação para essa disputa vem da empresa Deere & Co, dos Estados Unidos, e o trabalho que ela está realizando no Brasil. Há alguns meses, a companhia está interligando os campos agrícolas nacionais a uma rede de dados. Para realizar esse processo, a Deere se associou ao Tropical, rede de telecomunicações, para vender torres e antenas nessas regiões, onde a internet e a conexão à rede são mínimas. O objetivo é dar aos administradores a possibilidade de monitorar e supervisionar o plantio remotamente, analisando dados e tomando decisões de onde estiverem.
A produção das vitícolas nacionais também foi afetada positivamente pela tecnologia: Em 2017, foram plantados mais de 78 mil hectares de videiras, sendo a maior produção da história brasileira. Economicamente, as exportações renderam US$ 109,94 milhões, o que representou um aumento de 42,11% em relação ao ano de 2016. Utilizando inovações e sistemas de alta precisão, houve uma gestão assertiva da relação folhas/fruto, nutrição e densidade da folhagem adequadas e o desenvolvimento de um microclima ideal para o crescimento com qualidade e em alta quantidade das uvas.
Com tudo isso, ainda existe espaço para crescer: Segundo o IBGE, o Brasil tem predominância de municípios rurais, que representam 60,4% das cidades do País. O Incra registra 130 mil grandes propriedades rurais, que totalizam 47,23% de todo território cadastrado. Já a área somada dos 3,75 milhões de minifúndios representa somente 10,2% da área total. O Atlas da Terra Brasil 2015, organizado pelo CNPq/USP, indica que temos 175,9 milhões de hectares improdutivos.

Ou seja, é a hora de colocar uma mão no arador e outra no computador e investir fortemente na Agricultura de Precisão.

A Rajant , empresa de soluções de tecnologia de rede, é capaz de entregar essas
demandas ao mercado de agricultura e fortalece-lo ainda mais. Com seu software InstaMesh ® , amparado pelos
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ramo um terreno fértil para futuros investimentos e seu crescimento – tudo de forma
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