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setembro 25, 2018

Zangões de Metal – A Proliferação dos Drones

Ainda há muito ceticismo quanto ao uso comercial, privado e público dos Drones. A falta de visualização de atividades com essa tecnologia inovadora nos inibe de atrela-la às ações mais simples do cotidiano. Os ramos da agricultura, militar e de mobilidade urbana, entretanto, removeram seu cetissismo e perceberam que existem, sim, aplicações tangiveis e produtivas para os zangões da modernidade.
A mais antiga é o uso militar dos Drones. Os VANTs (Veículos Aéreos Não-Tripulados) são utilizados pelo governo norte-americano há anos em operações de alto risco. O Paquistão, por exemplo, é um dos países que mais sofreu com essas intervenções. Por serem relativamente pequenos, terem alta precisão e poderem ser controlados remotamente, esses veículos tornam as ofensivas nacionais e internacionais mais seguras e controladas. A Polícia Militar do Brasil vem incorporando os Drones em suas ações pelo País, com testes de vigilância de comunidades sendo realizados, atualmente, em Vitória (ES).
Apesar de ser usada há mais tempo, a aplicação militar dos Drones é menor do que a do setor da agricultura. Grandes e médias fazendas de plantio incorporaram os VANTs aos seus sistemas para ter monitoramento e vigilância em suas áreas de colheita. Os equipamentos funcionam também como borrifadores de precisão para defensores agrícolas, irrigação e colheita seletiva para analise. A alta mobilidade e custo relativamente baixo, colocaram os Drones em um patamar de unanimidade no meio do agronegócio. Em Goiás, o número de equipamentos licenciados cresce exponencialmente todo mês. O instrutor Gustavo Ferreira de Morais, do SENAR Góias, que também é sócio co-fundador da Hover Drone Br, disse que “é importante conhecer as principais práticas de conservação e monitoramento de Drones para fazer um voo seguro e manter sua colheita sadia. Obter as licenças é o primeiro passo para ter uma fazenda segura e mais tecnológica”.
Já para o espectro urbano, os Drones funcionam em parceria com o Big Data, recolhendo e identificando informações para aumentar a eficiência dos agentes do Estado, como policiais, bombeiros, socorristas e até juízes na corte. Como dito no início, as forças armadas estão implementando essa tecnologia em ações de monitoramento de perímetros. Os bombeiros utilizaram os Drones em ações de combate e prevenção de incêndios em Minas Gerais, usando-os como “extintores aéreos”, o que fez com que obtivessem sucesso na empreitada, evitando que as chamas aumentassem seu raio de destruição. Há também a possibilidade de utilizá-los como radares de trânsito e para entrega de produtos. Se tem imaginação, existem muitas mais maneiras de se usar os Drones na indústria.
Não à toa que o segmento nacional desses veículos vem crescendo. Segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) divulgados neste mês de junho, o Brasil tem 2.359 empresas de drones cadastradas, ante 821 em julho de 2017. Além dos fabricantes e desenvolvedores, há companhias especializadas em dispositivos como câmeras e sensores que se integram aos equipamentos. Para o professor Kurilov, do Instituto Mauá de Tecnologia, “os drones estão substituindo pessoas em trabalhos perigosos e gerando maior precisão na coleta de dados. O Brasil acerta ao aplicar essa tecnologia nos setores fundamentais da economia. A tendência, agora, é só aumentar”.
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